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Relatórios internacionais de direitos humanos apontam que uma família inteira, incluindo um bebê de cerca de dois anos, foi enviada a um campo de prisioneiros políticos na Coreia do Norte após autoridades encontrarem uma Bíblia em posse dos pais.
O caso é citado em documentos oficiais do Departamento de Estado dos Estados Unidos e em levantamentos de organizações internacionais que monitoram a liberdade religiosa no mundo. Segundo esses relatórios, o regime norte-coreano aplica o princípio da chamada “culpa por associação”, no qual familiares diretos também são punidos por supostos crimes cometidos por um indivíduo.
De acordo com as informações, a criança não foi julgada individualmente, mas acabou incluída na punição imposta aos pais, sendo enviada junto com a família para um campo de detenção política — locais conhecidos por penas indefinidas e condições extremamente severas.
Especialistas alertam que a verificação independente de casos específicos é praticamente impossível, devido ao isolamento do país e à ausência de imprensa livre. Ainda assim, relatos semelhantes aparecem de forma recorrente em investigações baseadas em depoimentos de desertores e documentos oficiais internacionais.
A Coreia do Norte figura há anos entre os países com maior repressão à liberdade religiosa, onde a posse de materiais como Bíblias é tratada como crime contra o Estado.
O episódio reacende o debate global sobre violações de direitos humanos, punições coletivas e os limites do controle estatal sobre a fé.